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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Katsu!

Mais um da série de mangás do Adachi. O mangá da vez, Katsu!, é sobre boxe. Tem várias coisas do roteiro que já apareceu em outras obras do autor, ainda que abordadas de um modo um tanto diferente. Boxe. Isso pesa quando eu leio um mangá novo. Quando se trata de boxe, é impossível não comparar com Hajime no Ippo. Esse é um dos meus mangás preferidos, está no meu top 10 (One Piece, Nana, Hajime no Ippo, Beck, Death Note, Slam Dunk, Hikaro no Go, Fullmetal Alchemist, Konjiki no Gash Bell!!, Lobo Solitário). Por mais divertido que Katsu seja, não tem como comparar. Hajime no Ippo é muito mais focado nas lutas, técnicas, treinos e com muito mais personagens. Enquanto Katsu é sobre boxe colegial, amador, de adolescentes. São dois mundos, e o mundo do Hajime no Ippo é muito maior e mais excitante. Mas vale a dica. É mais fácil ler os 16 volumes de Katsu do que os 99 volumes de Hajimo no Ippo.


Autor: Adachi Mitsuru
Número de edições: 16 volumes

Katsu!, escrito e desenhado por Adachi Mitsuru, autor de diversos títulos famosos como H2 e Touch, começou a ser publicado em 2002 pela revista Shounen Sunday. Nesta série de 16 volumes, o popular mangaka aborda o universo do boxe, sempre com os traços de comédia e romance tão conhecido dos fãs. Satoyama Katsuki é um despreocupado estudante de 15 anos que, para se aproximar da garota que gosta, matricula-se no ginásio de boxe dirigido pelo pai dela, um ex-pugilista profissional, sem saber dos problemas de relacionamento da menina com pai. Satoyama logo descobre que pode ter o sangue de um grande pugilista correndo nas veias...
by A.I.U.E.O.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Rough

Acabei de ler mais um mangá do Adachi Mitsuru. Este é muito mais o estilo padrão dos seus mangás: esporte e romance estudantil. No caso natação. Este mangá me lembrou muito Suzuka, que é um dos meus mangás preferidos (ao estilo de Nana). Tenho que admitir que Rough é um tanto clichê. Tem duas famílias que se odeiam, os filhos das duas também começam se implicando, mas acabam gostando um do outro. E junto com isso tem uma disputa entre dois nadadores pela guria e pra se tornarem o melhor. Detalhe: tudo isso num ambiente escolar japonês. Contando assim não parece muito emocionante, mas neste caso, o autor faz a obra. Eu gosto do jeito que o Adachi leva suas histórias. Uma coisa que eu acho fantástico, é como ele usa páginas sem nenhuma fala, só com algumas cenas, para dar a ideia de tempo passando. É uma leitura muito agradável. No começo, o traço dele pode não agradar muito, eu não gostei muito quando comecei a ler os mangás dele. Mas depois que tu se acostuma, a coisa muda bastante. Hoje em dia eu gosto bastante do traço dele. Um último detalhe, que só dá para perceber depois de ler alguns mangás dele, os personagens são sempre iguais. Ele reaproveita vários dos personagens, principalmente os protagonistas, mudando só alguns detalhes e o nome. E se não bastasse, ele ainda tira sarro disso nos próprios mangás. Basicamente eu estou fazendo propaganda do Adachi (só não sei se é positiva ou negativa).


Autor: Adachi Mitsuru
Número de edições: 12 volumes

Keisuke Yamato, um nadador de estilo livre promissor, e Ami Ninomiya, uma mergulhadora talentosa, são os descendentes de duas famílias rivais proprietárias de confeitaria. Duas gerações atrás, seu avô Ninomiya veio com uma idéia para um bolo em forma de coruja, mas o avô Yamato rapidamente aceitou o desafio e pensou em um bolo semelhante - mas com uma diferença: a coruja Yamato tinha orelhas. Por causa do mesmo preço, as orelhas "extras" do Yamato foram cruciais, o que fez os negócios da confeitaria Ninomiya sofrer. Avô Ninomiya, em seguida, ficou doente por se preocupar com sua loja. Antes de sua morte, suas últimas palavras foram "Eu fui morto pelos Yamatos", e desde aquele momento as duas famílias têm sido rivais...
by A.I.U.E.O.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Jinbe

Tenho um projeto, ou desejo, de ler todos os mangás do Adachi Mitsuru. Provavelmente porque fui influenciado por uma amigo que é muito fã deste mangaká. O que posso dizer é que o mestre Adachi se destaca. Não por ter uma história mega popular e infinita, nem por desenhar muito bem, mas pela diversidade. Ele tem dezenas de histórias com os mais diversos temas e públicos alvo. Só para ter uma ideia, peguei a lista de tags do perfil dele num site de mangás.

Comedy(21) Sports(21) Shounen(20) Romance(20) School Life(18) Slice of Life(17) Drama(15) Shoujo(6) Tragedy(4) Seinen(3) Supernatural(3) Gender Bender(2) Action(2) Sci-fi(1) Historical(1) Martial Arts(1) Adventure(1) Fantasy(1) Mystery(1) Psychological(1) Ecchi(1)

O mangá do post, Jinbe, é classificado como: comédia, drama, romance, seinen (público masculino entre os 20 a 40 anos) e cotidiano (slice of life). Eu gostei bastante desse mangá. Ele é bem curto, um volume só, sete capítulos. Por ele ser curto não tem um grande desenvolvimento, mas isso não é ruim nesse caso. A história ficaria chata se fosse muito maior. Esse não é o estilo padrão do Adachi, normalmente ele usa algum esporte como plano de fundo para suas história (como beisebol e basquete). Nesse mangá ele usa a relação dos personagens como base. Eu coloquei uma sinopse aqui em baixo, mas não recomendo muito ler ela. Por mais que não vai ter spoiler, pois fica claro logo no inicio do mangá o que se passa, tem coisas que não precisam ser ditas. Um detalhe em Jinbe é que nem tudo é exposto abertamente, tem muita coisa nas entrelinhas. Eu recomendo esse mangá. Até porque é bem curto e mesmo se não gostarem não será uma grande perda de tempo.


Jinbe conta a história de Miku e seu pai Jinpei (apelidado de Jinbe), após a morte de sua mãe, Miku passa a viver somente com seu pai. Jinbe considera sua filha um presente de Deus, pois ela é uma filha muito querida. Mas Miku tem sentimentos que superam os de uma filha normal. E atraves desta temática, Adachi desenvolve um bela história, repleta de comédia, romance e drama.
by A.I.U.E.O.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

MÄR

Eu costumo comprar e acompanhar vários mangás que são lançados aqui no Brasil. E é uma sensação muito boa quando acabam de lançar e tu completa uma coleção. Não só pelo fato de ter um mangá a menos para comprar, por tu chegar no final da história. Mas simplesmente completar uma coleção é muito bom. E foi isso que aconteceu com MÄR. Tem uma história curiosa sobre esse mangá. Ele é de certa forma um marco na minha vida de otaku, ou melhor, na parte otaku da minha vida. Lembro que muitos anos atrás, quando eu mal sabia o que era anime/mangá (quem lê parece que faz uma vida, mas só comecei com isso em 2006), eu ouvi -li- pela primeira vez de MÄR. Eu sempre quis assistir MÄR, por alguma razão o anime tinha chamado minha atenção, mas nunca pude pois só tinham legendado os primeiros episódios. Eis que uns anos depois, eu me deparo com a notícia que o mangá ia ler lançado por aqui. Não tive dúvidas e comprei bem contente para finalmente matar minha vontade. Não me arrependo. É uma leitura divertida, com muitas lutas e poderes bizarros. Um bom divertimento com um traço bem legal.



Autor: Noboyuki Anzai
Número de edições: 15 volumes

A história mergulha em um mundo à parte vivido por Ginta Toramizu, um garoto de 14 anos que, na vida real, não tem nada de especial, muito pelo contrário. Ele não possui nenhuma habilidade física ou intelectual e vive com a cabeça no mundo da lua. Mas, certo dia, uma porta misteriosa surge em sua frente e acaba levando Ginta a um mundo de conto de fadas similar aos dos videogames, onde precisa lutar com os mais estranhos seres até conseguir voltar para sua realidade.
by JBC

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

atualizando os mangás

Dei um tempo para os livros e resolvi ler alguns dos mangás que comprei semana passada. Depois tenho que fazer meus comentários sobre o primeiro livro que acabei no ano: "Celular" do Stephen King. Mas este post é dos mangás, então fica para depois.


Comecei lendo pelo solitário volume 19 de D.Gray-Man. A história está legal, já passou do anime e continua a todo gás (agora com novos vilões). Por falar do anime, eu gostei dele, principalmente das músicas. Depois foi um combo de um dos meus mangás favoritos: Claymore. Apesar do anime ser legal, o mangá é muito melhor, nem dá para comparar. Na época que começou a lançar aqui no Brasil eu recém tinha acabado de ler os capítulos atuais do Japão. Então eu decidi parar de acompanhar pela internet e só ler os mangás lançados aqui. E depois de não sei quanto tempo, 17 volumes, finalmente cheguei nos capítulos inéditos. Estou ansioso pela continuação, tem pelo menos mais quatro volumes antes de encostar no Japão. Tem um anime que eu sempre quis ver, desde a época que eu comecei a baixar (rmvb\facepalm) animes, e nunca consegui ver (pois não tinham acabado de legendar e eu estava esperando completarem). Até que um lindo dia vi a notícia que o mangá deste anime seria lançado aqui: MÄR. É basicamente um mangá de lutas num mundo imaginário onde as pessoas utilizam objetos mágicos e seus poderes. Eu comprei dois volumes deste mangá, mas por alguma razão eu tinha mais quatro volumes não lidos. Devo ter esquecido de ler eles quando comprei, por isso foi um mega combo de seis volumes (matemática forte essa) de lutas, lutas e mais lutas. Foi Divertido. E para finalizar, li o volume 14 de Homunculus. É um estilo totalmente diferente dos outros, voltado para um público mais velho. Não tem ação, não tem lutas, mas ainda assim bastante interessante. Só falta mais um volume para acabar, só quero ver qual vai ser o desfecho.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

assistindo e aprendendo

O cúmulo do sedentarismo é aprender esportes lendo mangá e assistindo anime. Já foi boxe, basquete, futebol americano e agora estou no beisebol. Assim aumento minha cultura esportiva enquanto me divirto.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

um pedaço da minha vida

Hoje foi o dia em que One Piece chegou na metade. Justo quando eu estava achando que o mangá iria demorar para engrenar de novo, o Oda apronta das suas. O mangá vai parar por um mês e quando voltar entrará na sua segunda fase, dizem até que vai "mudar o nome" para One Piece: The New World. Eu não sei explicar o quão bom é One Piece, como me sinto entusiasmado para ler e as sensações que o mangá proporciona. Sou muito fã e cada vez me torno mais, pois a história não para de melhorar e melhorar, cada arco, cada saga... Quando tu pensa que não pode melhorar, que tu acabou de ler o melhor da história, o Oda se supera e extrapola qualquer perspectiva. Uma coisa se aprende ao ler One Piece... Não duvide do Oda.

3D2Y